Produto combina cepas de Bacillus de alto desempenho e oferece proteção contra patógenos para culturas estratégicas.
A Nitro lançou o biofungicida foliar Égide Max. A novidade integra o portfólio biológico da empresa. Oferece controle de doenças foliares em culturas como soja, milho, algodão, café e cana-de-açúcar. A formulação reúne duas cepas de Bacillus de alta performance. Atua por barreira física, controle direto e indução de resistência nas plantas.
Ensaios da empresa demonstraram eficácia contra patógenos como Phakopsora pachyrhizi(ferrugem-asiática), Corynespora cassiicola (mancha-alvo) e Septoria glycines (mancha-parda). A Nitro desenvolveu o produto considerando as variações de clima e solo das regiões produtoras brasileiras.
A tecnologia responde aos desafios do manejo fitossanitário. Segundo Lana Gaias, gerente de desenvolvimento de mercado de biológicos da Nitro, a complexidade das doenças foliares exige ferramentas específicas. O Égide Max, diz, entrega “uma solução altamente estratégica, com formulação robusta, ação comprovada e amplo espectro de controle”.
A Nitro destaca que o biofungicida pode ser aplicado em diferentes fases do ciclo produtivo. A proposta é integrar o produto ao manejo integrado e apoiar estratégias sustentáveis com resultados agronômicos consistentes.
Lana afirma que o biofungicida contribui para o controle de resistência e reduz impactos ambientais. A tecnologia também acompanha as exigências do mercado consumidor e da legislação. “É um ativo que dialoga com as exigências do futuro, sem abrir mão da performance agronômica”, resume.
O foco da empresa são as culturas mais representativas da agricultura nacional. A soja lidera essa lista. O milho e o algodão também enfrentam pressão de doenças foliares e nematoides. O café e a cana-de-açúcar apresentam desafios semelhantes. O biofungicida chega para atender essas culturas com proteção biológica adaptada às suas necessidades.
O produto está em fase registro para combater também Cercospora spp., Colletotrichum falcatum, Hemileia vastatrix, Phaeosphaeria maydis, Ramularia gossypii e Septoria glycines.
A Nitro recentemente inaugurou em Várzea Paulista a Bacplant, fábrica dedicada à produção de bioinsumos bacterianos. A unidade já opera e multiplica por dez a capacidade da empresa nesse segmento. O foco recai sobre soluções biológicas para o controle de nematoides, melhoria da absorção de nutrientes e promoção da saúde do solo. No momento, dedica-se à produção do Égide Max.
A fábrica integra o parque industrial da Nitro, que já inclui unidades voltadas a biofertilizantes, insumos fúngicos e defensivos naturais. A Bacplant reforça a estratégia da empresa na área de especialidades agrícolas. O investimento faz parte de um plano industrial de R$ 130 milhões destinados ao agronegócio em 2024.
Jonas Cuzzi, executivo de marketing da Nitro, destaca que a Bacplant entrega ao agricultor soluções adaptadas à realidade do campo, com base em biotecnologia e produção local.
A empresa aposta em autonomia em pesquisa e desenvolvimento. Com estrutura própria de pesquisa e desenvolvimento, a Nitro consegue lançar produtos com mecanismos de ação diversos e adaptados a condições regionais. Isso amplia o portfólio e permite atuação em diferentes culturas e tipos de solo.
Até 2030, a Nitro espera crescer e atingir mais de 6% do mercado de biológicos. No momento, tem 1,4%.
A Nitro ingressou no setor agro em 2019. Sua presença no mercado de biológicos faz parte da estratégia de diversificação. Fundada há quase 90 anos, a empresa atua também nos segmentos de químicos industriais e especialidades químicas.
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Nitro inaugura fábrica de bioinsumos em SP com investimento de R$ 50 milhõesAlém da fábrica, companhia brasileira lança biofungicida para lavouras de grãos, entre eles soja, milho e café.
A Nitro, multinacional brasileira do setor de insumos agrícolas, inaugura nesta quinta-feira (10/7) em Várzea Paulista (SP) uma nova fábrica dedicada à produção de bioinsumos à base de bactérias. A unidade, batizada de Bacplant, recebeu investimento de cerca de R$ 50 milhões e multiplica por dez a capacidade produtiva da empresa nesse segmento, disse a empresa em nota enviada ao Valor.
O montante faz parte de um plano anual que prevê R$ 130 milhões em aportes industriais até o ano que vem. Com a nova planta, a Nitro espera crescer até 30% ao ano em seu portfólio biológico e fortalecer a adoção de práticas sustentáveis no campo. A empresa espera crescer na participação de mercado em nutrição, fisiologia vegetal e biodefensivos.
Com foco no controle biológico de pragas de solo, como nematoides, a Bacplant reforça a aposta da Nitro em biotecnologia. Os primeiros produtos da nova unidade incluem bionematicidas à base de Bacillus, voltados ao combate de espécies de pragas que podem causar perdas estimadas em até R$ 35 bilhões por safra no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Nematologia.
“A Bacplant nasce para entregar soluções sustentáveis e eficazes, com produção nacional e base técnica sólida. É uma resposta à demanda crescente por alternativas ao controle químico tradicional”, afirmou Tiago Mota, diretor comercial de agro da Nitro, em comunicado.
Hoje, mais de 113 milhões de hectares no Brasil já foram tratados com bioinsumos ou tem potencial para adoção desses produtos, conforme levantamento da Kynetec FarmTrak. Mesmo assim, apenas 7% dos produtores utilizam biofungicidas, o que revela amplo espaço para crescimento para a Nitro.
A Nitro, que entrou no agronegócio em 2019, tem seis unidades de produção no Brasil, todas localizadas no Estado de São Paulo e uma unidade nos Estados Unidos. Além disso, a Nitro também possui um centro de distribuição em Rondonópolis, e unidades internacionais em Atlanta (EUA) e San José (Uruguai).
Nitro lança biofungicida para lavouras de grãos, incluindo café.
A Nitro também anunciou o lançamento de um novo biofungicida foliar desenvolvido para o controle de doenças em culturas como soja, milho, algodão, café e cana-de-açúcar. A formulação, à base de cepas de Bacillus atua por barreira física, controle direto e indução de resistência nas plantas.
O produto nomeado de Égide Max passou por ensaios realizados na safra 2023/24 e, depois de apresentar bons resultados no combate a pragas e doenças como nematoide-das-galhas e ferrugem-asiática da soja, seguiu para aprovação comercial.
Segundo a empresa, o biofungicida é adaptado às condições das principais regiões produtoras do país e se encaixa em estratégias de manejo integrado, afirmou Celso Santi Júnior, gerente de P&D da área de biológicos da Nitro. De acordo com a companhia, o lançamento se soma ao momento de expansão do mercado de defensivos biológicos no Brasil.
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EXCLUSIVO: Nitro chega ao primeiro bilhão “no agro” e inaugura nova fábrica de biológicosEm entrevista ao AgFeed , o CEO Marcos Cruz conta os detalhes da estratégia da empresa que, em apenas cinco anos, construiu uma divisão bilionária e já está entre as maiores de insumos agrícolas no Brasil.
Depois de cinco aquisições no agro e receita geral R$ 2,5 bi, foco está em nova unidade construída em Várzea Paulista (SP)
Uma marca tradicional do setor químico agora está mostrando que veio para ficar – e seguir crescendo ano a ano – no agronegócio.
A companhia brasileira conhecida por décadas como “Nitro Química” está completando 90 anos, mas na área de insumos agrícolas comemora seu primeiro “quinquênio”.
Resumo
Companhia atua há 90 anos no setor químico, mas entrou no agro há apenas cinco e já atingiu receita de R$ 1 bilhão no setor
Com aquisições e joint-ventures, a Nitro montou um portfolio que combina químicos e biológicos
Empresa inaugura uma nova fábrica em Várzea Paulista (SP), com capacidade para multiplicar por dez a produção de biológicos à base de bactérias
A Nitro, como é chamada atualmente, fechou 2024 com faturamento total de R$ 2,5 bilhões. Somente no segmento agro a receita gerada alcançou a marca de R$ 1 bilhão, o que representou um crescimento de 20% sobre o ano anterior.
“Ultrapassamos nosso primeiro bilhão de reais de faturamento do agro e foi uma marca bastante simbólica. Este ano estamos também com um desenvolvimento muito bom. Nos primeiros quatro meses do ano, se comparar aos quatro meses do ano anterior, estamos com um crescimento acima de 25%”, contou Marcos Cruz, CEO da Nitro, em entrevista exclusiva ao AgFeed
Cruz é um executivo “low profile”, que prefere ficar longe dos holofotes, mas que vem liderando de forma silenciosa um crescimento expressivo da empresa, hoje já aparecendo entre as três maiores do Brasil no segmento em que atua.
A Nitro produz insumos no segmento chamado de “especialidades”, com cerca de 60% da receita proveniente de produtos de nutrição e fisiologia, 20% em biológicos, ambos com foco no consumidor final, e outros 20% em insumos como sais e sulfatos, que são vendidos inclusive para fabricantes.
“A gente decidiu entrar no agro por volta de 2019. A estratégia foi fazer aquisições pontuais de boas empresas, mas pequenas empresas de dono, que estavam ali limitadas no seu crescimento. Entre 2019 e 2022 fizemos aproximadamente cinco aquisições”, explicou.
A história no agro começou com a compra da MCM, de Cesário Lange (SP), em 2010, que fabrica sais e sulfatos, usados em fertilizantes. Um ano depois foi adquirida a FastAgro , de Rondonópolis (MT), empresa de nutrição.
No mesmo ano, a Nitro comprou uma participação na Gênica , empresa de biológicos que mais tarde ganharia outros sócios de porte, como a Mosaic. Até hoje a Nitro possui 30% de participação na Gênica.
Em 2021, adquiriu a Biocontrol, de biológicos, em Sertãozinho (SP) e uma unidade em Várzea Paulista.
Os movimentos mais recentes foram em 2023, quando a Nitro fez o que chama de “parceria estratégica” com a Regenera, startup focada em bioprospecção de fungos e bactérias e que atua no ambiente marinho.
Além disso, fez uma joint venture com o pesquisador e biólogo Heraldo Negri, na Vivus, de macrobiológicos (insetos) e outra JV com a NBT, de Minas Gerais, de biológicos à base de fungos.
“Então a gente foi ampliando o portfólio, fazendo esse conjunto de aquisições e criando uma empresa que é uma plataforma única”, disse.
Com essa estratégia, a Nitro comemora o fato de mesmo em 2023, o chamado “ano de ajuste do agro”, ter registrado um “crescimento marginal”. Em meados de 2023 chegou projetar ultrapassar R$ 1 bilhão de receita, mas naquele ano os preços e os volumes caíram no mercado como um todo.
Nova fábrica de biológicos
Marcos Cruz acredita que a “postura low profile da empresa, a consistência do trabalho sem grandes voos ou extrapolações” justificam esse desempenho mais linear, enquanto grandes players do setor registraram queda nas vendas.
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Além das aquisições, o avanço do Nitro no mercado se deu também por investimentos para aumentar a produção própria.
“A gente construiu pelo menos cinco fábricas grandes, novas. Estamos lançando mais uma agora, no mês que vem”, adiantou ele ao AgFeed
A nova planta terá foco na produção de biológicos à base de bactérias e foi construída em Várzea Paulista, no interior de São Paulo. No local, a Nitro já uma de suas principais unidades fabris, mas focada na produção de fertilizantes foliares líquidos e sólidos.
A Nitro, até então, contava também com uma fábrica de biológicos, porém à base de fungos e com sede em Sertãozinho (SP).
O investimento previsto pela empresa para 2025 é de R$ 130 milhões. Na nova fábrica de biológicos, o total investido é de R$ 50 milhões.
“A gente é uma empresa produtora, que acredita em produção. Acho que isso está em parte do nosso DNA, da nossa estratégia”, afirmou Cruz.
O objetivo é se diferenciar de concorrentes que, muitas vezes, se baseiam na importação e comércio de insumos ou mesmo daqueles geridos por grandes fundos que priorizam metas financeiras para, mais tarde, ser alvo, por exemplo, de grandes M&As.
“A Nitro é uma empresa S.A de capital fechado, com acionistas e investidores sem pretensão de movimentos societários. A velocidade de crescimento, se é um pouco mais ou um pouco menos, é menos relevante. Nosso objetivo é continuar atendendo os clientes e crescendo de forma consistente, com qualidade para durar mais 90 anos”, destacou.
Com a nova fábrica, o plano é expandir também o portfolio, que hoje é composto de 10 produtos para o agro.
“A gente vai lançar mais dois (produtos) esse ano. Um bionematicida de solo, é o segundo, já temos um, e um novo biofungicida”, revelou.
A Nitro não informou qual sua capacidade atual de produção de biológicos, nem qual seria o volume esperado para a nova planta, mas o CEO estima que o total seja “10 vezes maior” a partir de agora no que se refere a biológicos à base de bactérias.
As fábricas já existentes da Nitro, considerado todas as linhas, estão no estado de São Paulo. A unidade próxima a Guarulhos é a maior, com 500 mil metros quadrados de terreno, que tem a parte de químicos e uma parte agro, de enxofre pastilhado.
Há também um polo produtivo em Cesário Lange, além das já citadas em Várzea Paulista e Sertãozinho.
Já as JVs ficam em Piracicaba (SP) e Patos de Minas (MG). Na área de químicos (fora do agro), a Nitro tem unidades nos Estados Unidos e no Uruguai.
Compras antecipadas em 2025
A Nitro está otimista para os resultados deste ano, esperando crescer novamente pelo menos 20%.
Além do avanço de 25% nas vendas já faturadas no primeiro quadrimestre, a empresa tem observado um movimento de antecipação nas encomendas por parte dos produtores rurais.
“Teve essa safra muito boa de produção de todos os lados., então os produtores estão um pouco mais otimistas do que estavam em 2024. As compras estão mais antecipadas, tem um pouco mais de confiança”, ressaltou o CEO.
A carteira de pedidos – vendas que foram acertadas, mas ainda não faturadas – está 50% acima do ano passado no acumulado até agora, comparando com o mesmo período de 2024, segundo o executivo. “Parte disso é performance da empresa e parte também é antecipação dos produtores”.
Em 2024 e 2023 a venda desses insumos estava em 20% do previsto do ano nesta época, enquanto agora, ele calcula, o mercado já rodou 40%.
Entre os produtos que têm puxado o crescimento nas vendas estão os fertilizantes foliares e os bioestimulantes, que ajudam, por exemplo, a dar mais resistência às plantas ao stress hídrico.
Segundo Cruz, a venda de defensivos biológicos acaba ficando mais atrelada à ocorrência ou não de doenças. Já esta linha de produtos cresce para “produtores que estão ficando mais tecnificados e busca um ganho de duas ou três sacas a mais”.
FIDC no radar
A Nitro também considera um diferencial a sua estratégia de acesso aos clientes. A empresa possui 200 agrônomos em campo, que constituem uma parte da força própria de vendas, mas também atua com rede de 100 revendedores parceiros.
O CEO garantiu ao AgFeed que a Nitro não “estava exposta” aos grandes players de mercado envolvidos nos problemas recentes que levaram até mesmo a casos de recuperação judicial, como ocorreu com a AgroGalaxy.
“Não tem sido um grande problema pra gente. Temos atuação forte na venda direta para produtores de tamanho médio e grande”, disse.
Em relação ao crédito mais restrito, Cruz admite que o custo financeiro está sendo um desafio para toda a cadeia e toda a economia.
Segundo ele, a empresa tem procurado reforçar a oferta de financiamento aos produtores e uma das ferramentas é o FIDC (fundo de direitos creditórios) que a Nitro já tem, desde 2023, feito em parceria com o Itaú. O fundo começou com R$ 250 milhões por ano.
O plano é lançar um novo FIDC, em valor semelhante, ainda em 2025, também com parceiros, disse o executivo. “A situação financeira da empresa é muito sólida. É reforçada pelo lado químico”.
Cruz afirmou ainda que mesmo o período mais desafiador não trouxe pico de inadimplência para a Nitro, principalmente pela presença nacional. A diversificação geográfica e também por culturas – a empresa tem áreas específicas para HF, cana e algodão, por exemplo – também teria ajudado nesse cenário.
Visão de futuro
Com os recentes investimentos no parque fabril, a Nitro acredita que está pronta para manter um crescimento anual entre 20% e 30% “pelo menos nos próximos cinco anos”.
“A gente plantou as sementes de P&D, de pesquisa e desenvolvimento com as joint ventures. Então a gente está numa fase que, eu acredito, vai ter muitos frutos para os próximos anos”, avaliou Cruz.
Na visão dele, os primeiros cinco anos no agro estão sendo encerrados “com louvor”, em função de ser uma empresa que não atuava no setor e que agora chega ao primeiro bilhão.
Perguntado se estariam dispostos a fazer novos M&As, Marcos Cruz respondeu: “Se – e apenas se – surgirem oportunidades que agreguem algo diferente ao que já temos hoje”.
“Lá atrás as aquisições foram muito importantes para montar esse portfolio, mas boa parte dos espaços já estão ocupados internamente. Para valer a pena, outra aquisição tem que trazer coisas diferentes, como as JVs que fizemos. Crescer por crescer não é driver nosso. Fazer aquisição para ganhar tamanho não faz parte da estratégia”, reforçou ele.
A previsão é que a Nitro continue mapeando novas tecnologias para investir, especialmente via startups.
A empresa é a principal investidora do fundo Arar Capital, que já captou R$ 150 milhões para aportar em startups do agro. Já receberam recursos empresas como a Cromai, de imagens e Inteligência Artificial, a Simbionix, um laboratório de edição gênica, e a Agroadvance, de educação para o agro.
“Nesse momento a fase está mais nessas parcerias e investimentos pontuais do que em alguma aquisição relevante”, sinalizou Cruz.
Alguns dos investimentos feitos em 2023 ainda estão em fase de pesquisas. A Regenera, por exemplo, recebeu recursos da Embrapi, para avançar com sua prospecção de microrganismos no mar.
Com estes negócios e os investimentos em P&D, a empresa já espera se posicionar em relação ao futuro, trazendo novidades.
Em relação aos biológicos em geral, o CEO da Nitro diz que a área seguirá relevante para a empresa, mas não a ponto de ser o principal foco de investimentos.
Na visão dele, o segmento seguirá crescendo “na ordem de 30% ao ano”, mas não 50% ao ano como muitos chegavam a estimar em determinando momento.
“Mas a gente continua acreditando muito no biológico e investindo, acho que vai ser uma solução fundamental para o manejo integrado, para o produtor. Não vai substituir 100% o químico, mas cada dia mais fará parte da realidade do dia a dia das fazendas”.
Para ler a entrevista completa com o CEO Marcos Cruz, acesse a matéria original publicada no AgFeed clicando aqui.